“Por enquanto acabou”, disse a atriz em entrevista ao Wall Street Journal, enquanto divulgava seu novo filme “De Amor e Trevas”

Natalie Portman, que interpretou Jane Foster em “Thor” e em “Thor: O Mundo Sombrio“, ainda não teve um papel de grande destaque nos filmes da Marvel e para uma estrela do porte dela talvez seja um pouco desanimador esse “subaproveitamento”. Talvez por isso ela tenha decidido deixar a série e não voltar a reprisar o papel em “Thor: Ragnarok”, que estreia em novembro de 2017.

Vale lembrar que Natalie Portman ficou aparentemente chateada quando Patty Jenkins desistiu de dirigir Thor: O Mundo Sombrio“, caso em que na época foi reportado várias vezes, inclusive com rumores de uma possível saída da atriz no filme seguinte da franquia. Pra completar o produtor Alan Taylor revelou que não estava contente com a finalização do filme, confusão que também pode ter contribuído para a insegurança de Portman no sucesso da equipe.

Em entrevista ao Wall Street Journal, Natalie Portman comentou sobre a improbabilidade de repetir sua participação nos filmes da Marvel. Segundo a atriz, sua presença no universo cinematográfico da Marvel provavelmente acabou. “Por enquanto acabou. Eu não sei se algum dia eles vão me chamar para fazer “Vigadores 7″ ou algo do tipo. Eu não faço ideia. Mas por enquanto acabou. E foi ótimo ter feito parte dos filmes”, disse a atriz.

Enquanto isso a atriz foca em seus projetos pessoais, como por exemplo, o filme “De Amor e Trevas”, que marcou sua estreia na direção de longa-metragens e foi lançado há poucos meses nos cinemas. Natalie Portman resolveu, literalmente, colocar suas habilidades em jogo dirigindo, escrevendo e estrelando a sua nova produção.

Baseado no romance autobiográfico de Amos Oz e co-estrelado por Gilad Kahana e Amir Tessler, o filme conta a história da relação do autor com sua mãe nos anos seguintes à Segunda Guerra Mundial.

Aqui está a sinopse oficial:

“De Amor e Trevas” conta a história da juventude de Amoz Oz durante a guerra, em um cenário marcado pelo fim da hegemonia britânica sobre a Palestina e os primeiros anos do criação do Estado de Israel. O garoto cresce em um apartamento lotado de livros dos mais diferentes idiomas e em meio a uma tragédia familiar, causada pela guerra, ele muda seu nome e começa a trabalhar como escritor, participando ativamente da vida política do país, enquanto olha para o que acontece e percebe que a história que contamos é a mesma que vivemos.